sábado, 14 de setembro de 2013

DÍZIMO

“O dízimo é uma íntima e profunda relação entre pessoa de fé e Deus. Deus dá força para o trabalho, material para a produção, inteligência para seu desenvolvimento, e a pessoa de fé responde a Deus com parte do que recebe como recompensa por seu trabalho. É, na verdade, uma devolução a Deus do que é de Deus.”
Lembrete:

SE FAÇO ALGUMA OFERTA ESPONTÂNEA SEJA EM DINHEIRO OU MATERIAL (em caso de alguma obra ou reforma) ESSE VALOR NÃO É E NÃO PODE SER CONFUNDIDO COM DÍZIMO. O Dízimo é os 10% de tudo que ganhamos mensalmente ou numa safra, já a oferta é um extra que cada um generosamente quer colaborar!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

DICA DE LITURGIA





Dica de Liturgia

Silêncio litúrgico
- O silêncio é a condição primária de toda ação litúrgica;
-  Antecipando-se ás palavras e os gestos corporais, o silêncio provoca aquele “clima” ideal no qual a comunidade reunida, de forma nítida e profunda, toma consciência do seu papel de cristão ativo na celebração, do significado global daquilo que celebra  e de cada um dos atos celebrativos ;
- “Afinal, Deus se faz ouvir não no ruído, mas em meio ao silêncio”;
- “O silêncio na liturgia não é cerimônia, é antes  suspensão de todo gesto, Palavra, rito. Não é pausa para descansar durante a celebração, porém , sim é entrar no coração, no cerne, dela. É momento ápice e serve para indicar o Espírito Santo,  a sua presença, a sua ação que leva á contemplação. O espírito fala no silêncio: para ouvi-lo, senti-lo, saboreá-lo, é preciso fazer silêncio. Encher-se de silêncio é inundar-se de Espírito; Onde o mistério é mais profundo , mais alto é no silêncio do nosso coração”.
Alguns lembretes para as comunidades:
- Quando distribuir bombons ou doces  para as crianças:  (ofereça após o término da celebração), pois o CORPO DE CRISTO NÃO DEVE SER IGUALADO A UM SIMPLES DOCE;
- LEITORES quando se dirigirem a Mesa da Palavra para leitura , FAZER  REVERÊNCIA PARA O ALTAR;
- MAIOR PREPARO  DAS PESSOAS QUE VÃO REALIZAR  LEITURA( pegar a leitura com antecedência, não utilizar a “pastoral do laço”). E ao término da Primeira e Segunda Leitura utilizar sempre o termo: PALAVRA DO SENHOR! Sempre no singular, pois Deus tem uma só palavra!

- Que as equipes de liturgia se reúnam para preparar realmente a liturgia, que seja um momento amigável, favorável , de diálogo (não é momento para estar brigando por inveja e picuinhas – que é um contra testemunho) Pois as vezes sem querer podemos  levar para as reuniões problemas pessoais ou familiares que não ACRESCENTARÃO NADA AO ENCONTRO, pelo contrário, até gerando mágoas . Após cada reunião possamos sair enriquecidos  do verdadeiro sentido do que é a liturgia. Que ninguém venha por obrigação, possa vir de livre espontânea vontade. A liturgia é doação, amor. O Espírito Santo, ilumine todas as equipes de liturgia de nossa Paróquia.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

PALAVRA DO PÁROCO

PALAVRA DO PÁROCO

O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.
Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!
“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”
É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por quê?
Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.
“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”.
Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um e-mail, quem não tempo do repiauer com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?
Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso precisamos ter energia para gastar).
Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma) do que aquilo que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?
E, o mais importante, qual é a consequência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?
Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.
Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.
Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.

Pe Magnus Camargo
é Mestre em Teologia pela PUCRS

e Coordenador Diocesano de Pastoral

terça-feira, 10 de setembro de 2013

EDITORIAL

A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS

                O mistério da Palavra de Deus atravessa gerações com a eterna sabedoria do Criador de todas as coisas. Em todos os tempos Deus se comunica com os homens através da Palavra.
                O mês de setembro é dedicado aos estudos bíblicos. O destaque que se dá à Bíblia é significativo porque ela é a maior obra de fé, da história da humanidade e também de literatura jamais escrita. Muitas vezes é complexa e de difícil compreensão porque as numerosas personagens e os cenários distantes no tempo e no espaço podem provocar questionamentos.
                A Bíblia faz parte da família. Não há quem não respeite a Palavra da Bíblia. Todo mundo sabe que ela contém a orientação segura para que cada um construa sua história. A Palavra na Bíblia é a revelação da verdade em qualquer tempo. Ela é sempre atual porque Deus se revela e se comunica por meio dela.
                Mesmo não lendo, mas por escutar a leitura da Palavra ou os comentários dessa mesma Palavra, sabe-se que Deus se manifesta através dela. Na Bíblia encontramos a história do amor de Deus pela humanidade. É tão grande esse amor que Ele enviou seu único Filho, Jesus, para redimir a humanidade perdida e sem referência. Então Jesus revela ao mundo a novidade do amor através da Palavra. Mostra a realidade da vida humana, ensinando, lembrando, mostrando, iluminando pela Palavra.
                É verdade que nem todos respeitam a Palavra de Deus porque se dizem ateus. Há também os que procuram por todos os meios justificar a sua descrença. É inútil contestar. O mistério da Palavra se multiplica infinitamente. Há muitos episódios narrados na Bíblia, no antigo e no novo Testamento onde Deus se revela através das palavras dos profetas. Nas pregações de Jesus constata-se que muitos sacerdotes, homens da lei, elites de sábios e intérpretes das Escrituras Sagradas, queriam contestar a Jesus por causa de sua Palavra. Jesus, não raro, os confundia com explicações revestidas da simplicidade da sabedoria e da vida real.
                A Bíblia não procura interpretar o desconhecido, um futuro imaginário, um passado só válido pelo acúmulo de experiências, mas explica a vida presente. Fala sobre a riqueza e a pobreza, a fome e a miséria, o bem e o mal, a saúde e a doença, a inclusão e a exclusão social.
                A Palavra de Deus ensina como as pessoas devem se comportar nas comunidades. Orienta as famílias, indicando seus valores, explica aos humanos a importância do pão de cada dia, do semear e colher. Mostra como é o homem mau e como deve ser o homem bom. É com a palavra que nasce o amor que move o sol e as estrelas, os sonhos e as ilusões e que ilumina o caminho da esperança. A palavra nos une, nos cura, nos consola e acende a chama que nos ilumina no caminho da verdade. A Bíblia nos fala dos justos e dos injustos, dos arrogantes, dos humildes e dos poderosos, dos déspotas, dos que exercem o poder em benefício próprio e dos que se preocupam com o povo. É a Bíblia que nos fala de anjos e de demônios.

                É na Bíblia que encontramos a explicação de como é grande a misericórdia de Deus, sua infinita bondade e seu eterno e incomensurável amor.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Programação 9 a 15 setembro

Ter 10
18h - preparação da liturgia
19h- ensaio de cantos na matriz de Fátima
Qua 11
16h - encontro da Legião de Maria - sala 1
19h - catequese Eucaristia
Qui 12
15h- encontro da Renovação Carismática - sala 1
19h- catequese batismal - matriz

Sex 13
10h40 - programa na radio Cruz Alta
15h- missa na matriz de Fátima
19h- missa capela Sta. Terezinha

Sáb 14
14h as 17h - ENCONTRO DE FORMAÇÃO EM LITURGIA E CANTOS
Local: capela Menino Jesus
Para: comunidades Menino Jesus, Sta. Terezinha e Nsa Sra. Da Salete.
15h - grupo de  oração jovem Rcc sala 4
17h - grupo de jovens Jupi - sala 4
18h - missa na matriz de Fátima
Dom 15
9h e 19h - missa na Matriz de Fátima
10h30- missa capela Sto. Antônio
20h- reunião do Cadecon da Matriz

Setembro mês da Bíblia

Neste mês de setembro dedicado a Bíblia, indicamos para que você faça a leitura diária do livro da SABEDORIA.

BOA LEITURA E BOA SEMANA

quarta-feira, 6 de março de 2013

Vivendo a Semana Santa


Vivendo a Semana Santa
Novamente nos aproximamos da principal semana do ano, a única que tem o adjetivo de santa e na qual revivemos os principais mistérios de nossa fé: paixão, morte e ressurreição de Jesus, o Filho de Deus que veio a este mundo, nascendo da Virgem Maria. A Semana Santa constitui-se em um grande retiro anual. A liturgia da Semana Santa apresenta muitos temas que nos ajudam a crescer espiritualmente.

DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso neste os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor.

2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.

Tríduo Pascal

O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.

QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.

De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar.

Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor.

Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.

SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.

Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver.

Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.

VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.

À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.
O Domingo da Páscoa é o dia mais importante e solene do ano litúrgico. Na madrugada do domingo, Jesus ressuscita e aparece aos discípulos. Sua ressurreição é garantia da nossa ressurreição. A alegria e a esperança da ressurreição devem acompanhar-nos durante todo o ano. Em nossas comunidades, participemos ativamente das celebrações da Semana Santa. É o encontro da comunidade com Jesus vivo que quer atuar em nossas vidas.