Sáb 01 de março
18h missa na Matriz
Dom 02
9h missa na matriz
Quarta-feira de Cinzas
19h - missa na matriz
sábado, 1 de março de 2014
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
VISITA PASTORAL
EM NOVEMBRO O BISPO DIOCESANO fara a Visita
Pastoral 2013 nas Paróquias da cidade de Cruz Alta
Estamos nos
aproximando da Visita Pastoral 2013 nas Paróquias da cidade de
Cruz Alta. Lembramos que a natureza da Visita Pastoral é:
·
«O Bispo tem a obrigação de
visitar a Diocese todos os anos na totalidade ou em parte, de forma que, ao
menos de cinco em cinco anos, visite toda a Diocese pessoalmente
ou, se estiver legitimamente impedido, através do Bispo Coadjutor, do Bispo
Auxiliar, ou do Vigário Geral ou Episcopal, ou de um outro presbítero ».678 (Diretório para o Ministério Pastoral dos
Bispos).
·
A visita pastoral é uma das
formas, corroborada pela experiência dos séculos, com a qual o Bispo mantém
contatos pessoais com o clero e com os outros membros do Povo de Deus. É uma
ocasião de reavivar as energias dos obreiros evangélicos, de os louvar,
encorajar e consolar, como também a
oportunidade de chamar todos os fiéis à renovação da sua vida cristã e
a uma atividade apostólica mais intensa. A visita permite-lhe, além disso, avaliar
a eficiência das estruturas e dos instrumentos destinados ao serviço pastoral,
dando-se conta das circunstâncias e dificuldades do
trabalho de evangelização para poder definir melhor as
prioridades e os meios da pastoral orgânica.
·
A visita pastoral é, portanto, uma
ação apostólica que o Bispo deve efetuar pela caridade pastoral
que o apresenta em concreto como princípio e fundamento visível da
unidade na Igreja particular. 679 Para as comunidades e instituições
que a recebem, a visita é um acontecimento de graça que de algum modo reflete
aquela tão especial visita com a qual o supremo « pastor » (1 Pe 5, 4) e
guardião das nossas almas (cf. 1 Pe 2, 25), Jesus Cristo, visitou e
redimiu o seu povo (cf. Lc 1, 68).680(Diretório
para o Ministério Pastoral dos Bispos).
·
À visita pastoral estão sujeitas « as pessoas,
instituições católicas, coisas e lugares sagrados que
se situem no âmbito da Diocese »,681 (Diretório para o
Ministério Pastoral dos Bispos).
Com esse intuito queremos que
a mesma seja um momento forte da Paróquia (não será feitas visitas as
comunidades), de animação e renovação. Teremos momentos
comunitários na Paróquia e visitas oficiais ao prefeito(e seu secretariado), a
câmara dos vereadores, aos Meios de Comunicação Social (Rádio, Jornal, TV) e
Obras de Assistência Social e verificações dos Livros. (Essa visita não
contemplará as escolas).
Por isso estamos enviando o material de
preparação:
VISITA PASTORAL
2013
Tema: “Reaviva o
dom de Deus que há em ti”. (2Tm 1,6)
Objetivo: Ver
e Reanimar os Serviços da Comunidade.
(Perguntas que as
comunidades, pastorais, serviços e movimentos deverão responder até o final do
Mês de outubro)
Ver: Preparar antes para apresentar no início do
encontro do primeiro dia:
1) Como estamos
articulados na nossa ação evangelizadora (VER)?
a)
O que nos faz louvar a Deus do que temos.
b)
E o que nos faz pedir perdão do que vimos.
2) Quais as pastorais
e serviços e o numero de pessoas envolvidas em cada uma delas?
Julgar: Fundamentação: Três Vertentes da mesma fonte:
Fé – Esperança – Caridade (Ministério
da Palavra; Ministério da Liturgia; Ministério da Caridade)
Agir: Assumir (a partir do que vimos e refletimos –
no final do encontro).
1ª Dia 06 nov
(noite) (Reunião com os agentes da:
CATEQUESE - Setor Bíblico-Catequético – SAV – Setor Juventude; LITURGIA –
MECEPEs – Canto Litúrgico Pastoral – Leitores; CARIDADE – Pastorais
Sociais/Pastoral do Dízimo).
2ª Dia 07 nov (noite)
(Reunião com os agentes das
Coordenações Administrativas das Comunidades - CADCOMs das comunidades é o ADMINISTRATIVO).
O administrativo que está a
serviço da Pastoral
a)
Estrutura da diocese;
b)
Questões jurídicas;
c)
Questões administrativas;
d)
A co-responsabilidade na administração;
e)
Processos.
3ª Dia 08 nov (noite) Celebração de Encerramento. (Todo o
Povo dever ser convidado).
Que a preparação da Visita Pastoral, nos motive para a
renovação e animação de nossas comunidades e paróquias.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
REZAI!
“Rezai,
rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o
inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
MISSÃO DO PROFESSOR
A
MISSÃO DO PROFESSOR
O
educador Paulo Freire dizia que a educação não muda o mundo. A educação muda o
homem que muda o mundo. Não é fácil refletir por esta via, porque a mídia fala
muito em educação como se fosse algo que aconteça no imediatismo dos interesses
políticos.
Educar
é um processo de longo prazo ou pelo menos no desenvolvimento de uma geração.
Essa é a consciência de todos os que trabalham com alunos. É também a
consciência de todos os pais que acompanham o crescimento e o desenvolvimento
de seus filhos.
O mundo
é um encanto e, no entanto, a humanidade está cheia de dúvidas e estupefação
diante da fantástica tecnologia presente em todos os setores. É no meio desse
turbilhão de criatividade que o professor atua e desenvolve seus métodos
educativos.
O
vazio criado pela tecnologia na visão do ser humano é difícil de ser
compreendido. É o motivo pelo qual a profissão é tão pouco procurada, tanto na
formação universitária quanto no preenchimento dos recursos humanos das
escolas. Parte desse problema se deve aos escassos estímulos do professor como
agente da educação. Mas o principal problema desse fenômeno moderno é a
ausência de equilíbrio entre o material e o humano. Como despertar a
consciência de valores permanentes para a existência harmoniosa do ser humano se
a tecnologia, a informação, a rede social, a internet se sobrepõe a tudo?
Grande é o dilema do professor numa sala onde os alunos têm sua atenção
concentrada nos celulares e tablets.
O
grande desafio de ser professor numa época cheia de propostas da eficiência
tecnológica, através de produtos de fácil aquisição e atualização, é chegar até
o ser humano. O vazio existencial se agrava na medida em que se endeusa o
efêmero. A presença do professor na sala de aula jamais será dispensada mas
deverá ser reavaliada e revalorizada. Como fazer para que o ser humano em
evolução encontre seus valores permanentes e compreenda o verdadeiro sentido da
vida? O professor precisa ter uma formação humana condizente para indicar os
caminhos mais seguros na transformação da humanidade e criar os ambientes
propícios na construção da felicidade do homem que se projeta no tempo e no
espaço.
O
professor sabe que é na família que se aprende a amar, respeitar, cuidar,
ceder, pedir, agradecer, lutar, rezar, crescer. Os pais mandam seus filhos às
escolas para continuar essa missão. O professor fica numa posição
desconfortável diante desses dois universos: o universo tecnológico e o
universo humano. Como conciliar essa realidade é o desafio do processo da
educação no mundo em transformação. Nessa realidade há enormes conflitos,
desequilíbrios, dúvidas e questionamentos. Como o professor deve se posicionar
para cumprir a sua missão de educador, utilizando a tecnologia e descobrir o
sentido da vida?
Uma
coisa é certa nessa área tão crucial para a sociedade: A melhor escola não é
aquela que tem um prédio majestoso e salas cheias de equipamentos modernos, mas
aquela que é mais criativa e mais humana.
sábado, 12 de outubro de 2013
PALAVRA DO PÁROCO
PALAVRA DO PÁROCO
O verde de nossa grama
Existe um provérbio muito popular que diz o
seguinte: a grama do vizinho é sempre mais verde.
O provérbio foi objeto de estudo por um psicólogo
americano, que resolveu checar, por meio de vários métodos, como percepção
ótica e psicologia, se a frase é, de fato, verdadeira.
As conclusões são curiosas e uma delas inusitada: a
de que, levando em conta o ângulo que uma pessoa forma em relação à própria
grama e à do vizinho quando olha, realmente a do outro parecerá mais verde.
Segundo ele ainda, ao olhar para nossa própria
grama, por entre as folhas, vemos também a terra marrom, que altera o verde,
fazendo com que fique mais fraco.
Quando olhamos para a do vizinho, no entanto, o
ângulo não deixa que vejamos a terra, só as folhas, o que fortalece a percepção
do tom forte.
A divertida analogia nos serve para iniciar mais
esta reflexão importante: será que estamos dando real valor à nossa grama, ao
nosso verde? Ou ainda estamos preocupados demais com o verde aparentemente mais
atraente do outro?
Olhando de longe, obviamente, não vemos a terra no
jardim alheio, nem mesmo as irregularidades do gramado de nosso vizinho, que,
acreditemos ou não, sempre está lá.
Não há vida perfeita, não há gramado perfeito neste
planeta!
Então, por que gastamos tanto tempo e energias com
sentimentos desequilibrados, como a inveja, por exemplo?
Sim, toda vez que observamos a felicidade dos
outros e isso nos traz uma sensação desagradável, uma indignação ou uma
tristeza, estamos alimentando em nós a inveja.
Vício moral, perigoso, esse sentir em desajuste
pode nos levar a graves problemas, além de fazer grande mal aos que são foco
dela em nossas vidas.
Por inveja, amizades são desfeitas, lares são
destruídos, crimes hediondos são cometidos.
Toda avaliação que fazemos da vida de alguém à
distância, é pobre, incompleta, pequena.
Invejamos as celebridades e seu glamour, por
exemplo – baseados apenas em breves fotos, relatos ou aparições nesse ou
naquele evento.
Desconhecemos os seus dramas, suas dificuldades de
relacionamento, seus problemas familiares e, até mesmo suas inquietações e
sofrimentos mais íntimos.
Deixemos de ser ingênuos e tolos achando que alguém
neste mundo vive a vida perfeita. Na maioria das vezes temos problemas muito
parecidos.
Trabalhemos assim, cuidando de nossa grama, para que
permaneça sempre com cores vibrantes e se, eventualmente, encontrarmos gramado
mais bem cuidado, que ele nos sirva de inspiração e alegria – nunca despertando
inveja.
Evitemos questionar como, em que condições, se foi
merecido ou não, quando mencionarmos as conquistas alheias. Não nos cabe
julgar.
Finalmente, observemos a nossa grama com um pouco
mais de atenção, pois poderemos perceber, ao valorizá-la, que é mais
deslumbrante, mais reluzente do que imaginávamos que ela fosse.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
EDITORIAL- MENSAGEIRO DE FÁTIMA
EDITORIAL
Outubro
é o mês que nos leva a dedicarmos com carinho especial à veneração de nossa mãe
Maria. A refletirmos com grande júbilo a dádiva que nós católicos acolhemos com
amor e alegria, a condição da adoção filial de Pai e, também de uma Mãe, nos
dada pelo próprio Jesus. “(...) Mulher,
eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em
diante o discípulo a levou para a sua casa.” (João 19, 26-27)
Buscar
o aconchego nos braços de Maria nos leva a uma experiência sublime de amor e
nos leva a refletirmos como devemos viver o cristianismo. Maria foi um exemplo
perfeito de como viver na profundidade da fé os princípios deixados por seu
filho, sendo para nós um grande modelo a seguir.
Caridade,
mansidão, justiça e, sobretudo, doação, foram ensinamentos que naturalmente a
vida desta humilde serva de Deus deixou de legado para todos nós. Dentre todas
essas virtudes ressalto a doação, pois, se tem alguém na história da humanidade
que foi exemplo de como se doar, esta pessoa certamente foi Maria. Ela
renunciou a tudo para fazer a vontade de Deus, e se doa até hoje por nós, como intercessora
incansável e constante. Nossa mãe sempre quis que recorrêssemos a ela, por
isso, temos a alegria em declara-la Nossa Senhora do Rosário.
O
rosário, artificio que orienta a salvação por meio da súplica é uma oração
popular e, justamente por ser popular, é agradável a Deus. Maria é simples, é
popular, por isso é a nossa medianeira. A oração do rosário, com piedade, com
fé, é uma alavanca que pode levantar o mundo, libertando-o de tanta miséria e
violência.
Essa
é a missão da mãe de Deus, levar as pessoas a encontrarem a salvação por meio
da oração, encontrando lá seu filho. Em suas diversas aparições no decorrer da
história, Maria sempre nos alertou e alerta sobre as misérias mundanas que
podemos evitar, sanar e combater. Ela que representa a realidade do povo de
Deus em cada época, é chamada por nós brasileiros de Aparecida, fiel padroeira
de nosso país. Da mesma forma, lembramos de modo especial de Nossa Senhora de
Fátima, que apareceu aos três pastorinhos e nos deixou sua mensagem de amor e
salvação. Neste mês em que viveremos a 62ª Romaria ao monumento de Nossa
Senhora de Fátima em nossa diocese, momento de fé, no qual podemos nos
aproximar mais de Jesus Cristo, pelas mãos amorosas de Maria.
Peçamos
neste mês que Maria, Mãe Imaculada, em qualquer das denominações que o povo
devoto lhe atribui, nos ajude a ser missionários da Palavra de seu Filho Jesus.
E que, através da reza diária do Terço, saibamos fortalecer a nossa fé a cada
dia e sermos fieis ao plano de Deus.
sábado, 14 de setembro de 2013
DÍZIMO
“O dízimo
é uma íntima e profunda relação entre pessoa de fé e Deus. Deus dá força para o
trabalho, material para a produção, inteligência para seu desenvolvimento, e a
pessoa de fé responde a Deus com parte do que recebe como recompensa por seu
trabalho. É, na verdade, uma devolução a Deus do que é de Deus.”
Lembrete:
SE FAÇO ALGUMA OFERTA ESPONTÂNEA
SEJA EM DINHEIRO OU MATERIAL (em caso de alguma obra ou reforma) ESSE VALOR NÃO
É E NÃO PODE SER CONFUNDIDO COM DÍZIMO. O Dízimo é os 10% de tudo que ganhamos
mensalmente ou numa safra, já a oferta é um extra que cada um generosamente
quer colaborar!
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
DICA DE LITURGIA
Dica
de Liturgia
Silêncio
litúrgico
- O silêncio é a condição primária de toda ação
litúrgica;
- Antecipando-se
ás palavras e os gestos corporais, o silêncio provoca aquele “clima” ideal no
qual a comunidade reunida, de forma nítida e profunda, toma consciência do seu
papel de cristão ativo na celebração, do significado global daquilo que celebra e de cada um dos atos celebrativos ;
- “Afinal, Deus se faz ouvir não no ruído, mas em meio ao
silêncio”;
- “O silêncio na liturgia não é cerimônia, é antes suspensão de todo gesto, Palavra, rito. Não é
pausa para descansar durante a celebração, porém , sim é entrar no coração, no
cerne, dela. É momento ápice e serve para indicar o Espírito Santo, a sua presença, a sua ação que leva á
contemplação. O espírito fala no silêncio: para ouvi-lo, senti-lo, saboreá-lo,
é preciso fazer silêncio. Encher-se de silêncio é inundar-se de Espírito; Onde
o mistério é mais profundo , mais alto é no silêncio do nosso coração”.
Alguns lembretes para as comunidades:
- Quando distribuir bombons ou
doces para as crianças: (ofereça após o término da celebração), pois o
CORPO DE CRISTO NÃO DEVE SER IGUALADO A
UM SIMPLES DOCE;
- LEITORES
quando se dirigirem a Mesa da Palavra para leitura , FAZER REVERÊNCIA PARA O ALTAR;
- MAIOR
PREPARO DAS PESSOAS QUE VÃO
REALIZAR LEITURA( pegar a leitura
com antecedência, não utilizar a “pastoral do laço”). E ao término da Primeira
e Segunda Leitura utilizar sempre o termo: PALAVRA DO SENHOR! Sempre no
singular, pois Deus tem uma só palavra!
-
Que as equipes de liturgia se reúnam para preparar realmente a liturgia, que
seja um momento amigável, favorável , de diálogo (não é momento para
estar brigando por inveja e picuinhas – que é um contra testemunho) Pois as vezes
sem querer podemos levar para as
reuniões problemas pessoais ou familiares que não ACRESCENTARÃO NADA AO
ENCONTRO, pelo contrário, até gerando mágoas . Após cada reunião possamos sair
enriquecidos do verdadeiro sentido do
que é a liturgia. Que ninguém venha por obrigação, possa vir de livre
espontânea vontade. A liturgia é doação, amor. O Espírito Santo, ilumine todas
as equipes de liturgia de nossa Paróquia.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
PALAVRA DO PÁROCO
PALAVRA DO PÁROCO
O
motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, na
minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são
aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.
Não
estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase
todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se
distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste
demais!
“Tu
és eternamente responsável por aquilo que cativas”
É
uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas
por quê?
Porque
o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela
pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente, porque o que
ela é passa a importar muito mais do que o que são os outros. Porque o carinho,
as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito
mais importante.
“A
gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de
conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”.
Não
temos mais tempo de conhecer coisa alguma. Não dá para conceber isso! Quem não
tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa,
quem não tem tempo de mandar um e-mail, quem não tempo do repiauer com os
amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de
pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para
lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?
Outra
questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante,
lutamos pouco, realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição,
precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia
(e para isso precisamos ter energia para gastar).
Não
dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de
grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos,
poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo
atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento a alma)
do que aquilo que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que
realmente vale a pena?
E, o
mais importante, qual é a consequência destas nossas atitudes em relação às
pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o
quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade,
ao quanto ela pode contar com você, ou quanto sua presença é real. É bom
sonhar: mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às
vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar
com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e
quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?
Levo
dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade
de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas
limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.
Não
quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia
para cuidar daqueles que cativei.
Mas
as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de
cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas
para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.
Pe Magnus Camargo
é Mestre em Teologia pela
PUCRS
e Coordenador Diocesano de
Pastoral
terça-feira, 10 de setembro de 2013
EDITORIAL
A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS
O mistério da
Palavra de Deus atravessa gerações com a eterna sabedoria do Criador de todas
as coisas. Em todos os tempos Deus se comunica com os homens através da
Palavra.
O mês de setembro é
dedicado aos estudos bíblicos. O destaque que se dá à Bíblia é significativo
porque ela é a maior obra de fé, da história da humanidade e também de
literatura jamais escrita. Muitas vezes é complexa e de difícil compreensão
porque as numerosas personagens e os cenários distantes no tempo e no espaço
podem provocar questionamentos.
A Bíblia faz parte
da família. Não há quem não respeite a Palavra da Bíblia. Todo mundo sabe que
ela contém a orientação segura para que cada um construa sua história. A
Palavra na Bíblia é a revelação da verdade em qualquer tempo. Ela é sempre
atual porque Deus se revela e se comunica por meio dela.
Mesmo não lendo,
mas por escutar a leitura da Palavra ou os comentários dessa mesma Palavra,
sabe-se que Deus se manifesta através dela. Na Bíblia encontramos a história do
amor de Deus pela humanidade. É tão grande esse amor que Ele enviou seu único
Filho, Jesus, para redimir a humanidade perdida e sem referência. Então Jesus
revela ao mundo a novidade do amor através da Palavra. Mostra a realidade da
vida humana, ensinando, lembrando, mostrando, iluminando pela Palavra.
É verdade que nem
todos respeitam a Palavra de Deus porque se dizem ateus. Há também os que
procuram por todos os meios justificar a sua descrença. É inútil contestar. O
mistério da Palavra se multiplica infinitamente. Há muitos episódios narrados
na Bíblia, no antigo e no novo Testamento onde Deus se revela através das
palavras dos profetas. Nas pregações de Jesus constata-se que muitos sacerdotes,
homens da lei, elites de sábios e intérpretes das Escrituras Sagradas, queriam
contestar a Jesus por causa de sua Palavra. Jesus, não raro, os confundia com
explicações revestidas da simplicidade da sabedoria e da vida real.
A Bíblia não
procura interpretar o desconhecido, um futuro imaginário, um passado só válido
pelo acúmulo de experiências, mas explica a vida presente. Fala sobre a riqueza
e a pobreza, a fome e a miséria, o bem e o mal, a saúde e a doença, a inclusão
e a exclusão social.
A Palavra de Deus
ensina como as pessoas devem se comportar nas comunidades. Orienta as famílias,
indicando seus valores, explica aos humanos a importância do pão de cada dia,
do semear e colher. Mostra como é o homem mau e como deve ser o homem bom. É
com a palavra que nasce o amor que move o sol e as estrelas, os sonhos e as
ilusões e que ilumina o caminho da esperança. A palavra nos une, nos cura, nos
consola e acende a chama que nos ilumina no caminho da verdade. A Bíblia nos
fala dos justos e dos injustos, dos arrogantes, dos humildes e dos poderosos,
dos déspotas, dos que exercem o poder em benefício próprio e dos que se
preocupam com o povo. É a Bíblia que nos fala de anjos e de demônios.
É na Bíblia que
encontramos a explicação de como é grande a misericórdia de Deus, sua infinita
bondade e seu eterno e incomensurável amor.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Programação 9 a 15 setembro
Ter 10
18h - preparação da liturgia
19h- ensaio de cantos na matriz de Fátima
Qua 11
16h - encontro da Legião de Maria - sala 1
19h - catequese Eucaristia
Qui 12
15h- encontro da Renovação Carismática - sala 1
19h- catequese batismal - matriz
Sex 13
10h40 - programa na radio Cruz Alta
15h- missa na matriz de Fátima
19h- missa capela Sta. Terezinha
Sáb 14
14h as 17h - ENCONTRO DE FORMAÇÃO EM LITURGIA E CANTOS
Local: capela Menino Jesus
Para: comunidades Menino Jesus, Sta. Terezinha e Nsa Sra. Da Salete.
15h - grupo de oração jovem Rcc sala 4
17h - grupo de jovens Jupi - sala 4
18h - missa na matriz de Fátima
Dom 15
9h e 19h - missa na Matriz de Fátima
10h30- missa capela Sto. Antônio
20h- reunião do Cadecon da Matriz
18h - preparação da liturgia
19h- ensaio de cantos na matriz de Fátima
Qua 11
16h - encontro da Legião de Maria - sala 1
19h - catequese Eucaristia
Qui 12
15h- encontro da Renovação Carismática - sala 1
19h- catequese batismal - matriz
Sex 13
10h40 - programa na radio Cruz Alta
15h- missa na matriz de Fátima
19h- missa capela Sta. Terezinha
Sáb 14
14h as 17h - ENCONTRO DE FORMAÇÃO EM LITURGIA E CANTOS
Local: capela Menino Jesus
Para: comunidades Menino Jesus, Sta. Terezinha e Nsa Sra. Da Salete.
15h - grupo de oração jovem Rcc sala 4
17h - grupo de jovens Jupi - sala 4
18h - missa na matriz de Fátima
Dom 15
9h e 19h - missa na Matriz de Fátima
10h30- missa capela Sto. Antônio
20h- reunião do Cadecon da Matriz
Setembro mês da Bíblia
Neste mês de setembro dedicado a Bíblia, indicamos para que você faça a leitura diária do livro da SABEDORIA.
BOA LEITURA E BOA SEMANA
BOA LEITURA E BOA SEMANA
quarta-feira, 6 de março de 2013
Vivendo a Semana Santa
Vivendo a Semana Santa
Novamente
nos aproximamos da principal semana do ano, a única que tem o adjetivo de santa
e na qual revivemos os principais mistérios de nossa fé: paixão, morte e
ressurreição de Jesus, o Filho de Deus que veio a este mundo, nascendo da
Virgem Maria. A Semana Santa constitui-se em um grande retiro anual. A liturgia
da Semana Santa apresenta muitos temas que nos ajudam a crescer
espiritualmente.
DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso neste os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor.
2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.
Tríduo Pascal
O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.
QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.
De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar.
Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor.
Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.
SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.
Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver.
Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.
VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.
À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.
DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso neste os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor.
2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.
Tríduo Pascal
O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.
QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.
De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar.
Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor.
Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.
SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.
Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver.
Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.
VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.
À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.
O Domingo da Páscoa é o dia mais importante e solene do
ano litúrgico. Na madrugada do domingo, Jesus ressuscita e aparece aos
discípulos. Sua ressurreição é garantia da nossa ressurreição. A alegria e a
esperança da ressurreição devem acompanhar-nos durante todo o ano. Em nossas
comunidades, participemos ativamente das celebrações da Semana Santa. É o
encontro da comunidade com Jesus vivo que quer atuar em nossas vidas.
MISSAS MARÇO
AGENDA DAS MISSAS
MATRIZ
MISSAS:
SEX – 18h
SÁB – 18h
DOM – 9h
19h
Via-Sacra – Toda SEX às 16h45
SEMANA SANTA
Programação
na Capa
MARÇO
COMUNIDADES STA
TEREZINHA
DIA
02 SAB – às 16h missa
COMUNIDADE NSA SRA DAS
GRAÇAS
Dia
02 SÁB – às 19h30 missa
COMUNIDADE SANTO ANTÔNIO
Dia
03 DOM – às 10h30 missa
AJEN – ASSOCIAÇÃO JESUS
DE NAZARÉ – Passo dos Alemães
Dia
03 DOM – às 14h
COMUNIDADE PERPÉTUO
SOCORRO
DIA
06 QUA – às 19h missa
COMUNIDADE NSA SRA DA
SALETE
Dia
07 QUI – às 19h missa
COMUNIDADE RAINHA DOS
APÓSTOLOS
Dia
09 SAB – às 16h missa
DIA 10 - PARÓQUIA RECEBERÁ ENCONTROS DOS SEMINARISTAS Maiores das Diocese de Cruz Alta, Santa Maria, Uruguaiana e Cachoeira
Hora: 10h30 - Missa
Meio dia - almoço
Tarde - jogos
Local - Capela Nsa Sra da Salete - Ivai
COMUNIDADE MENINO JESUS
Dia
15 SEX – às 20h missa
COMUNIDADE SÃO JUDAS
TADEU
Dia
16 SÁB – às 19h30 missa
COMUNIDADE SÃO JOSÉ
DIA
17 DOM às 10h30 missa
Demais domingos somente
celebração
COMUNIDADE SANT’ANA
Dia 26 TER – às 10h missa
COMUNIDADE SÃO LUCAS
Dia
26 TER – às 14h missa
COMUNIDADE NSA SRA
APARECIDA
Dia
26 TER – às 15h30 missa
Ser jovem e atuante na perspectiva da CF
Ser jovem e atuante na perspectiva da
CF
O contexto atual é marcado
por constantes e significativas mudanças sociais no qual o jovem se vê
bombardeado por um turbilhão de informações a respeito da sociedade, valores,
crenças e perspectivas de futuro. Com tantas opções e opiniões é difícil
decidir onde se apoiar, qual o melhor caminho a seguir.
Nunca a juventude
necessitou de tamanha atenção e orientação. Os caminhos são diversos, o mundo
globalizado oferece uma visão de um futuro idealizado, fundamentado em
conquistas individualistas que favorecem minorias, impondo subjetivamente uma
grande ‘venda’ nos olhos ao qual é regida pelos princípios capitalistas do
desenvolvimento a qualquer custo.
Estes “princípios”
diminuem a significação do coletivo, o valor e a importância da vida em família
e do ser humano, ao mesmo passo que, prometem ao jovem a condição de serem
cidadãos bons e justos, num contexto que muitas vezes eles nem compreendem o
real significado destas palavras.
Nesta realidade a igreja
tem o grande desafio de propiciar ao jovem a experiência com Cristo, a partir
da qual se pode encontrar o único caminho para a verdadeira felicidade, e
consequentemente, o seguimento de Jesus. Este caminho propicia naturalmente ao
jovem à participação na vida eclesial, e com isso, a construção da vida,
justiça e da paz, como propõe a Campanha da Fraternidade deste ano.
Com o tema ‘Fraternidade e
Juventude’, a C.F. 2013, juntamente com a Jornada Mundial da Juventude, a
igreja de Cristo reforça o chamado ao jovem a participação ativa na vida
eclesial. Chamado este vital para a vida da igreja e também ao jovem, na medida
em que estes assumem papéis de liderança em suas realidades, e, assim, podendo
se desenvolver alicerçando seu projeto de vida pessoal à missão que o próprio
Cristo designou, de anunciadores do evangelho.
O lema da Campanha da
Fraternidade “Eis-me aqui, envia-me! (Is 6,8)”, motiva e desafia a juventude,
que é por essência movida aos desafios, a abrirem o coração para a vivência
prática das virtudes teologais: fé, esperança e caridade a qual se concretiza
na participação comunitária. Visando assim, criar o desejo de cada vez mais
servir ao próximo e consequentemente a Deus, através do cumprimento do papel
cidadão por parte do jovem em sua comunidade.
Atendendo este chamado o jovem
se desenvolve e aplicando os dons concedidos por Deus a serviço do outro, e em
contrapartida, deixa ser desenvolvido pelo apoio e sustento da igreja,
constituindo-se como agentes diretos na construção da civilização do amor.
Jovem, a campanha da fraternidade
te desafia a ser o protagonista de uma nova sociedade. Você é capaz de mudar o
mundo em que vive e a Igreja te convoca a encontrar o seu lugar, que é
junto daquele que pode te fazer verdadeiramente feliz. Seja da maneira que for,
encontre seu espaço e perceba um novo jeito de viver junto a Igreja que te
acolhe e te envia!
PALAVRA DO PÁROCO
PALAVRA
DO PÁROCO
ALEXANDRE III, DA MACEDÔNIA, conhecido
também por ALEXANDRE MAGNO ou ALEXANDRE, o GRANDE, nascido em
356 a.C., em PELA ou VERGINA, a 20 de julho, aos vinte anos de idade
sucedeu a seu pai, FELIPE II, que fora assassinado, e, em apenas treze
anos, entre 336 e 323 a.C., um curtíssimo período, construiu o maior e o
mais rico império que a humanidade havia visto até então.
Os limites abrangiam desde
os Balcãs até a Índia e incluía o Egito e a Báctria, mais ou
menos onde hoje fica o Afeganistão. Este notável êxito, não se soube de que
houvesse perdido uma batalha sequer, pode e deve ser atribuído ao fato de ser
um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de sua
época, ou de todas elas.
Pois bem. Foi este homem que
manifestou aos generais de seu fabuloso exército três desejos para serem
cumpridos quando de seu enterro.
Os três últimos desejos de Alexandre o
Grande :
1. Que seu
caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.
Um dos
seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE
quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1. Quero
que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO
têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense
nisso....
- Autor desconhecido
- Autor desconhecido
Pe Magnus Camargo
EDITORIAL
EDITORIAL
UMA INSTITUIÇÃO MILENAR – MENSAGEIRA
DO AMOR E DA PAZ
Mais de dois mil anos não é pouca
coisa na história. A curiosidade do tempo presente é conhecer as origens de uma
Igreja de tanta influência na sociedade de todos os tempos. Trata-se da Igreja
Católica, Apostólica, Romana, que nasce em Jesus Cristo, o Salvador e Redentor
da Humanidade.
O marco de um novo tempo, de um
divisor de águas, foi o batismo de Jesus. Ele escolheu esse momento não para
renegar o Antigo Testamento, mas para dizer que se cumpriu o anunciado e que um
novo tempo estava se iniciando com a revelação clara e inequívoca das Três
Pessoas da Santíssima Trindade: A voz de Deus proclamando “este é meu Filho
muito amado”, o Espírito Santo pairando em forma de pomba sobre o Filho, Jesus.
Aí está um começo que não foi espetacular, mas definidor: aqui se inicia um
novo tempo.
Jesus passou por muitas peripécias
para anunciar a boa nova. No curto período de sua pregação deixou a mensagem
que revolucionou os conceitos da vida e dos costumes da sociedade. Sua
mensagem, presente em nossa vida, é o amor, o perdão, a fraternidade, a paz.
Era o contrário do que pensavam em sua época. Diziam que Jesus blasfemava. Por
isso teve uma cruel oposição dos seus conterrâneos que o levaram à morte na
cruz.
Foi ao longo de sua pregação que ele
foi solidificando sua mensagem de amor, fundamento da vida em suas dimensões
sociais, políticas, econômicas, espirituais, e, em especial, a esperança do
Reino definitivo.
Foi nessa caminhada que Jesus
aparece como a Pedra Angular e nomeia Pedro, o Apóstolo, como seu guardião,
dizendo-lhe: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Não
há dúvida sobre a origem Apostólica da Igreja.
É assim que entendemos a sucessão na
denominada Cátedra de São Pedro. Ao longo de mais de dois mil anos muitos
conflitos internos e externos exigiram muita força do Espírito Santo para
superar as dificuldades e continuar edificando a Igreja de Jesus Cristo sobre a
rocha que as tormentas, as tempestades jamais a abalariam conforme as promessas
de Jesus. Fundamentados nessa promessa divina, os homens que dirigem a Igreja
sempre fizeram seu exame de consciência e pediram perdão pelos seus erros ao
longo da história.
A figura do Papa, seu cargo e sua
missão, o modo como é investido dessa autoridade, obedece a um ritual de normas
de usos e costumes milenares. O significado é milenar. Os séculos não lhe
apagaram o sentido e a missão. Segue a tradição apostólica fundamentada em São
Pedro, o primeiro chefe da Igreja, o primeiro Papa. Ele recebeu a missão de
continuar a edificação da Igreja de Jesus e, por consequência, os seus
sucessores. Independente de quem seja, a sua missão é dar continuidade à
edificação.
Ao longo de sua história os ritos
foram surgindo em respeito aos usos e costumes dos povos. Ainda que existam os
ritos orientais e ocidentais e as liturgias diversificadas, tudo o que acontece
nos quatro cantos do planeta caracteriza a universalidade da Igreja Católica,
mantendo-a una na sua essência e fiel à tradição apostólica.
Combatida ou não ela está presente
em todo o planeta, intensificando sua pregação de amor, de perdão, de
fraternidade e de paz. Que o novo Papa seja fiel à sucessão Apostólica de Pedro.
CATEQUESE 2013
Atendimento da coordenação da
Catequese
Inscrições
catequese familiar na Matriz e capelas: ATÉ
08/03
Documentos
necessários:
- Trazer
comprovante de residência e carnê do dizimo
-
Inicio da Catequese em todas as comunidades dia 09 ou 10 de março
PRIMEIRA
EUCARISTIA:
- Renovação das
promessas batismais – durante a Quaresma nas capelas
e na matriz dia 16/03
na missa das 18h
- ENCONTRO PAROQUIAL
DE FORMAÇÃO PARA OS(AS) CATEQUISTAS Dia
16/03 às 15h
Catequese Matriz:
Pré-Eucarístia: 13/03
(quarta-feira) 19h
Eucarístia
(turma 1):
20/03 (quarta-feira) 19h
Eucarístia
(turma 2): 21/03
(quinta-feira) 19h
Pré-Crisma: 27/03 (quarta-feira)
19h
Crisma (turma 2013): 28/03 (quinta-feira)
19h
Atenção:
Crisma (turma 2012): ultimo encontro dia 12/03
segunda-feira, 4 de março de 2013
Doação de Alimentos
A Paróquia Nsa Sra de Fátima repassou no último sábado dia 02 de março diversos alimentos e material de limpeza à AJEN - ASSOCIAÇÃO JESUS DE NAZARÉ, que trabalha com a recuperação de dependentes químicos e fica localizada na localidade de Passo dos Alemães, interior de Cruz Alta. Essa doação é parte dos procutos arrecadados no Natal.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Mensageiro de Fátima
JÁ ESTA DISPONÍVEL NA SECRETARIA PAROQUIAL O MENSAGEIRO DE FÁTIMA DO MÊS DE MARÇO.
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